“Fofos” de neve e a sua magia…

Da minha janela vejo o Castello Sforzesco, onde os tons avermelhados foram momentaneamente substituídos por um leve manto branco… tão bonito, tão mágico.  Apetrecho-me com o stock todo e parto à descoberta deste mundo que está a minha espera. Nas mãos levo a minha grande companheira destas aventuras, a máquina fotográfica.

Novembro 2012

Há coisas que caracterizam as estações do ano. Pela janela do quarto do hotel vejo a neve a cair lá fora. As ruas cobertas por este enorme manto branco. É a primeira vez na minha vida que vejo neve! Esperei 26 anos por este momento e, escusado será dizer que, pareço uma criança numa loja de doces e\ou brinquedos.

O tempo lá fora suplica por um chá quente, acompanhado de umas bolachas de gengibre, à frente de uma lareira acesa. Não me apetece nada sair.

As estações frias despertam a pior das “preguicites” em mim (e não é preciso muito), mas a verdade é que também não posso deixar esta oportunidade passar. Sei lá eu quando vai voltar a acontecer ou, quando vou ter outra oportunidade de a ver. Tenho que viver este momento da melhor maneira e não podem ser estas temperaturas gélidas lá fora que me vão deter.

O Inverno é “fofamente” confortável. Com ele saltam para fora do roupeiro meias grossas, camisolas de lã, casacos compridos, gorros, luvas, pijamas quentinhos e mantas fofinhas, e, sendo eu doutorada em “friorologia”, tenho o stock todo.

Da minha janela vejo o Castello Sforzesco, onde os tons avermelhados foram momentaneamente substituídos por um leve manto branco… tão bonito, tão mágico.  Apetrecho-me com o stock todo e parto à descoberta deste mundo que está a minha espera. Nas mãos levo a minha grande companheira destas aventuras, a máquina fotográfica. A memória muitas vezes falha e, como há momentos da nossa vida que têm que ficar registados, a fotografia parece-me, e sempre me pareceu, a solução perfeita.

Agora tenho que ir. Estar de férias é algo de libertador… não há despertadores, não há rotinas, vemos caras novas, sítios novos, aprendemos, conhecemos, inspiramo-nos, crescemos, experimentamos e vivemos.

Sim, vivemos! Porque, como li uma vez, a maior parte das pessoas não vive…apenas sobrevive.

PC080139.jpg

* foto tirada no Parco Sempione, Milão

Love

C.

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