Maio 2016

A beira mar te encontrei

A beira mar te encontrei
Queimado pelo sol que não perdoa,
Perdido nos teus pensamentos
Que te levavam para bem longe de Lisboa.

A beira mar te encontrei
Queimado pelo sol que não perdoa,
Perdido nos teus pensamentos
Que te levavam para bem longe de Lisboa.

Pensavas nela e no seu olhar
Doce, suave, entendido,
Que te lia da cabeça aos pés
E todos os dias te assegurava que não te tinha esquecido.

Mas a distância custa,
E faz-te sofrer como só um inimigo faria.
Guardaste contigo as suas fotos,
Provas e lembranças de como ela sorria.

Conversas diárias, tranformaram-se em semanais,
Cada vez mais distantes, cada vez mais curtas.
O tempo tornou a distância ainda mais insuportável
E o dia-a-dia um sem o outro uma rotina estável.

E detestável…

Sem a companhia um do outro
Decidiram seguir com as vidas em frente.
A beira mar te encontrei,
Sem conseguir imaginar o que o teu coração sente.

Faço tudo para te reconfortar.
Seguro-te num abraço firme,
Oiço o teu suspirar,
E em silêncio prometo nunca te largar.

O cheiro do mar e o ar que expira
Refresca a tua mente e a mágoa te retira.
Olhas para mim; sorris como só tu o sabes fazer
E como um dia bem quente passado na praia, fazes-me derreter.

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