Março 2017

Medo

O frio do medo
onde me recolho
acolhe-me.

Vastas pingas
enfurecem a janela
torvam a visão
do que vejo lá fora.

É dia,
mais parece noite.
Conto os pedaços
do que vejo cinzento,
para o retorno
a casa.

Anseio
elos braços maternos
que fui desvalorizando.

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One thought on “Medo

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