1995

O desafio da minha irmã para este novo caderno é tão simples que começo a achar que ela perdeu o dom dos desafios. São quase dez da noite e estou a ouvir o “Bleach” tão baixinho que preciso de me esforçar o dobro para perceber as letras. A minha irmã quer que eu escreva sobre os meus planos para daqui a 20 anos.

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E se eu não quiser esperar?

Um amigo, uma vez, disse-me que “há comboios que só passam uma vez” — e é verdade. Perdemos esse comboio e podemos não voltar a ver outro comboio igual.

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