Entrada de diário

Abro a janela que dá para a varanda, nesta casa que não é minha e olho os candeeiros de rua como se fossem pontos luminosos das minhas vivências perdidas.
[…]
Não terei mais de temer a memória. Que mais se assemelha a estes candeeiros de rua. De noite acessos e quando a manhã começa a brotar, apagam-se.

2 de Maio, 1988 Continuar a ler Entrada de diário

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