Cidade-mãe

Reconheço-lhe cantos, tenho memórias em vários deles, mas ela não é minha. Não me abraça como uma mãe. Lisboa é uma tia distante, mas simpática, das que dão prendas nos anos e no Natal.

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Quintal encantado

Era inverno. A chuva caia lá fora tão grossa que não tardava a transformar-se em pedra. Na marquise o som tornava-se impossível de suportar. Ainda assim ela não resistia em abrir a porta e ver lá foras as pedrinhas transformar-se em água no chão. A casa, agora silenciosa, estava fria e escura.

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Sob as estrelas

Estou contigo pelo terceiro Verão consecutivo, deitada sob as estrelas, naquele que se tornou talvez o meu lugar favorito. A ideia que tiveste, de pôr uma cama no terraço, para dormir ao luar nas noites mais amenas, anos antes de me encontrares, foi sem dúvida uma feliz coincidência, ouso mesmo dizer que um sonho tornado realidade…

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“Fofos” de neve e a sua magia…

Da minha janela vejo o Castello Sforzesco, onde os tons avermelhados foram momentaneamente substituídos por um leve manto branco… tão bonito, tão mágico.  Apetrecho-me com o stock todo e parto à descoberta deste mundo que está a minha espera. Nas mãos levo a minha grande companheira destas aventuras, a máquina fotográfica.

Novembro 2012 Continuar a ler “Fofos” de neve e a sua magia…