Terça e quintas

Era nesse momento que começavam a cantar a canção:

– Terças e quintas! Terças e quintas! Terças e quintas!

E dançavam pela noite fora dando as mãos e cantando num coro angelical aqueles dias da semana, acompanhado na melodia pelo som do vento a abanar as folhas das árvores, enquanto me pediam em pensamento para matar, para amar, para mudar de lugar, para magoar, para incendiar.

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