Maio 2016

O destino de Sigewulf

E aí ele compreendeu o que ela lhe estava verdadeiramente a ensinar. Que o mar, tão verdadeiro e palpável naquele momento, era – ao mesmo tempo – uma metáfora para tudo aquilo que a vida jogara contra ele durante os seus curtos anos naquele mundo. Naquele momento, soube que nunca tinham feito por ele […] o que aquela rapariguinha de olhos verdes e nascimento nobre tinha feito. Nunca ninguém quisera saber dele até então. Já não estava sozinho.

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